MATOLA QUER REDUZIR PERDAS PARA 32 POR CENTO EM 2018

Escrito por Super User Ligado . Publicado em Blog

Maguengue
Orlando Maguengue, Gestor Técnico da AO Matola

 Reduzir as perdas dos actuais quarenta e nove por cento para trinta e dois por cento é a aposta da Área Operacional da Matola para ano de 2018. O desafio foi expresso pelo gestor da área, Orlando Maguengue, em entrevista ao Departamento de Comunicação e imagem, com o objectivo de auscultar os principais desafios e constrangimentos do dia-a-dia da Área Operacional da Matola.

“A Área Operacional da Matola depara-se com muitos desafios. O principal desafio é garantir o abastecimento de água a todos clientes activos que temos. Porém, não tem sido fácil porque quando fala-se da crise de água estamos a falar da seca a partir da fonte, da barragem e da própria ETA, onde temos a nossa estação de captação de água, contudo, este é um exercício enorme.
Orlando Maguengue sublinhou que apesar da seca extrema que afecta o sul de Moçambique, a aposta da Área Operacional da Matola é a redução das perdas, fundamentalmente as perdas comerciais.

“ A redução das perdas é um outro desafio. Se formos a ver o volume físico das perdas é um pouco irrisório. Então, a maior parte das nossas perdas são comerciais. Estamos na casa dos 49% e o trabalho está sendo feito em equipa. Como gestor ficaria feliz se as perdas reduzissem até aos 32% com maior foco as zonas 1 e 2 “.

Segundo Orlando Maguengue as actividades decorrem nas zonas 1 e 2, nomeadamente os bairros da Matola A, B, C, D, E, F, Fomento, Lingamo e Trevo.

“ É um trabalho técnico que tem que ser feito e também vai culminar com outros pressupostos. Falo do aumento das cobranças e facturação, em especial melhorar a facturação que tem haver coma substituição de contadores avariados e contadores no sentido inverso, portanto, é um outro desafio mas os técnicos estão a trabalhar em coordenação com a área comercial para a redução das perdas”.


PROJECTOS EM CURSO NO MEIO DA CRISE

O Gestor da Área Operacional da Matola fez saber que no meio da seca extrema que afecta o sector de águas, varias acções têm sido desenvolvidas na zona, com especial destaque para as obras de substituição de tubagem nos bairros críticos.

“ Decorrem neste momento actividades de substituição de tubos nos bairros críticos, como é o caso da saída da Matola Rio, a partir do Centro distribuidor, porque como é sabido Djuba era abastecido por um tubo de 160 e com a demanda já não conseguimos responder”.

Orlando Maguengue considera que os resultados deste exercício já são notórios. “ Aquilo que é o objectivo principal da empresa que é de garantir o abastecimento de água potável ao cliente está sendo cumprido e paralelamente reduzir o número de fugas no bairro de Djuba”. Outra actividade que regularmente é desenvolvida é a medição da pressão, para permitir que haja equilíbrio e que todas as áreas tenham água a mesma medida.

“ Lutamos com Matola Rio sem deixar de fora Boane porque tem mesma semelhança de rede. Matola Rio tem uma rede muito complicada porque existe diferença dos dois níveis de cota, o relevo é diferente das outras zonas “.


DESAFIOS DO DIA-A-DIA

Garantir o abastecimento de água ao cliente é o grande desafio da área operacional, implicando deste modo em alguns momentos, a realização de manobras para garantir o precioso líquido a cidade da Matola.

“ Não tem sido fácil porque aquilo que consigo fazer hoje, não serve para amanhã, isto porque a rede fica algum tempo sem água. Então, para criar estabilidade no abastecimento de água é um processo muito grande.”

Orlando Maguengue fez saber que AO da Matola, CD da Matola e Boane implementaram o regime de restrições no fornecimento de água dois anos antes devido à indisponibilidade do precioso líquido na rede.

“Temos vindo a abastecer em regime de restrições já a bastante tempo, no CD da Matola e Boane, como por exemplo bairro da Matola Rio, Djuba e Djonasse mas não tem sido fácil, o número de reclamações aumenta mas não podemos parar por ai, continuamos com os exercícios de modo a garantir os serviços num abastecimento de água e garantir também que os clientes paguem as facturas.”


DIFICULDADES DO DIA-A-DIA

A disponibilidade imediata dos materiais de trabalho compromete o trabalho da equipa da Matola, de acordo com o seu gestor.

“ Baseamos somente no orçamento o que não espelha a nossa realidade mas são procedimentos devemos trabalhar dentro das normas “.

De alguma forma, segundo orlando Maguengue, a seca extrema que afecta o sul do país, tem afectado o volume de facturação, pese embora, a maioria dos clientes esteja informada.
Entretanto, segundo o gestor, há necessidade de convencer o cliente sobre a necessidade de pagar pontualmente a sua factura de água, mesmo em regime de restrições,” porque é a base do sustento da nossa empresa “ .

Para finalizar orlando Maguengue, propõe a construção de represas para minimizar o problema da falta de água. “Estamos a recorrer a água subterrânea mas acaba “. Finalizou

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